Estudo vai definir qual município capixaba receberá o superporto

Na manhã desta sexta-feira (13) a assinatura do contrato entre a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e a empresa DTA Engenharia deu inicio à preparação dos estudos que apontarão o município capixaba que apresenta melhores condições para a construção do Porto de Águas Profundas do Espírito Santo. O prazo para a conclusão dos estudos é de oito meses e a prestação do serviço ficou orçada em R$ 3,9 milhões.

Toda a extensão do litoral capixaba será avaliada em critérios ambientais, logísticos - que englobam a aferição das condições de acesso a rodovias e ferrovias, a movimentação de cargas e o impacto urbano da área - e econômicos. A prioridade vai ser dada a municípios que já se colocaram disponíveis a receber o Superporto, que são Serra - pelo Porto de Praia Mole -, Linhares (Barra do Riacho), Anchieta (Ubú) e quatro localidades de Vila Velha.

A partir da conclusão dos estudos, que serão iniciados no fim do mês - com a presença do governador Renato Casagrande e do ministro dos Portos, Leônidas Cristino - será dado início ao desenvolvimento do projeto já moldado às condições do município escolhido para abrigar o porto.

De acordo com a assessoria da Codesa, valores e detalhes da estrutura do futuro Porto de Águas Profundas do Espírito Santo ainda não podem ser estimados, pois são números que farão parte do projeto que deve começar a ser traçado em, no mínimo, nove meses. A intenção é que a área selecionada seja ampla e haja disponibilidade de crescimento do porto em longo prazo.

A construção do Superporto é uma alternativa de aliviar os gargalos de logística e infraestrutura que produtores, exportadores, importadores e contribuintes do Porto de Vitória convivem há décadas. Atualmente, os terminais de contêineres do Estado não conseguem receber navios com capacidade superior a 2.500 TEUS, o que representa grande parte das novas embarcações do ramo. Estudos voltados para o desenvolvimento econômico do setor portuário capixaba dão conta da urgência da realização deste empreendimento. Em plano nacional, atualmente o Porto de Vitória funciona como intermédio para o destino final de mercadorias direcionadas a Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Tocantins, além do próprio Espírito Santo.


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